A Season 1 do Hero Academia RPG teve início! Você ainda não viu? Dê uma olhada clicando aqui!

1. PLUS ULTRA!
Olá herói! Ou seria você um vilão!? Bom, não importa, de qualquer modo você é bem vindo para juntar-se à nós! O Hero Academia RPG é um roleplaying game (jogo de interpretação) baseado na série Boku No Hero Academia escrita por Kōhei Horikoshi e publicada semanalmente na Shonen Jump. Aqui, você jogador poderá interpretar heróis, vilões e até mesmo assistentes, se assim for do seu desejo. Nosso foco é a diversão de todos os jogadores, ainda que tenhamos um sistema sólido de regras que devem ser lidas atentamente por cada um. Então, está esperando o que!?
BEM-VINDO!
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 [Q] Um Tordo que não deve cantar, Fimbulvetr & Balalaika

Troyan

Não dê sorte ao azar.

16 Anos

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Arthalia

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20/01/2018

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Quote POST LINK Mar 6 2018, 07:00 PM -
Um Tordo que não deve cantar
Fimbulvetr & Balalaika


O endereço não era fácil de se encontrar, seja devido ao tamanho da costa de Manhattan ou as poucas informações na carta com o símbolo do Torto Negro - nome que não era comum aos ouvidos daqueles que não eram do interesse dos próprios Tordos. Um desavisado poderia simplesmente chegar e começar a buscar pelas docas, até notar que não estavam corretamente numeradas e passar o dia inteiro ali; seja porque algum imbecil fez aquilo da forma incorreta, registrou errado no GPS, ou porque alguém estava alterando as númerações.

Adentro daquela noite escura, onde a lua e as estrelas não podiam ser vistas, a doca 157B se escondia. Havia lixo de todos os tipos na encosta do rio escuro, exalando um odor azedo que se misturava com o cheiro do mar, de pescado, mijo e dejetos humanos, algo que apenas se acentuava com o clima quente e úmido daquela noite, que fazia com que o ar passasse a sensação de que tudo ali grudava na pele de Balalaike e de Fimbulvetr, e fizesse deles tão sujos como aquele lugar: uma sensação, para muitos, degradante.

Toda aquela extensão do porto estava rodeado de fitas de retenção policial e cercas de arame, com cortes e arrombamentos em pontos com pouca visão, mas mesmo assim a promessa de pagamento pelo serviço sujo atraía cada um dos dois àquela doca, onde o silêncio e uma aura de tensão parecia pressionar o lugar com o silêncio enervante da ausência de uma alma sequer. Sim, o silêncio era absoluto, nem um respirar ou grunhido de animal naquele vasto estacionamento vazio em frente à doca poluída, nem mesmo uma mosca. Era discrepante comparado com cinco docas acima, onde alguns sem-tento se juntavam e assediavam qualquer um que se aproximasse, usando drogas e se esquentando em frente à tambores em chamas; ou mesmo cinco docas abaixo, onde um grupo de delinquentes apostavam racha, bebiam e vandalizavam sem a presença de qualquer autoridade na região.

Para ajudar, os postes estavam quebrados, o que fazia com que a iluminação pivia do lugar viesse apenas de uma única lampada pendurada em cima do número 173B pichado de branco em um contêiner preto, que estava de frente com uma doca de madeira velha, com vários pontos quebrados e de aspecto frágil, onde apenas um barco-peixeiro desgastado parecia abandonado. O único movimento e som vinha de um farfalhar de penas, que atraía os olhos de ambos para um pássaro negro que agora bicava uma sacola de lixo na doca. Cada um em um extremo do pátio não conseguia ver mais que dois palmos à sua frente, mas a lâmpada iluminava o local marcado. Estariam adiantados para o encontro sem hora registrada, ou seria apenas uma carta vã que já havia sido cumprida e não foi retirada do mural? Cabia à eles decidirem se seguiriam o contrato, ou se recuariam.


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Bom, e assim começamos nossa quest! Espero que gostem bastante porque escreverei com carinho! Será um serviço rápido, que portanto que todos postemos uma vez por dia deve durar no máximo duas semanas, uma semana e meia. Qualquer dúvida, sugestão ou feedback é bem-vindo e apreciado. Postarei diariamente portanto que tenham postado, por volta das 16:30~17:00h ou após às 22:20h, vez ou outra de manhã dependendo das demandas da faculdade. Well, agora como narradora: Enjoy, e espero que não consigam muitos inimigos 3:)


This post has been edited by Arthalia: Mar 6 2018, 07:00 PM
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Post #4449

Miss. Balalaika

доставить в Висотонику - dostavit' v Visotonik

47 Anos

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Vampsz2

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15/02/2018

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Quote POST LINK Mar 6 2018, 11:43 PM -
Roanapur - Tailandia - 8:30


- Capitã, a Madre do Rip Of Church mandou um imagem no Whatsapp.

Nesse momento, um homem entra dentro de um escritório, era um homem alto, com cerca de 196 cm de altura, estava trajando um terno verde musco mesmo sob o calor da Tailândia, sua camisa branca estava semi aberta, pelo seu pescoço era possível ver uma corrente de bolinhas que descia em direção a camisa, a qual escondia suas "dogtags".
O homem tinha uma feição seria, o que combina com o traço duro de seu rosto, marcados pela guerra, o destaque daquele rosto era uma cicatriz em diagonal que que ia de sua testa passando pelo nariz e chegando em sua bochecha, todavia apesar de tal aparência, Boris apresentava uma gentileza e respeito no olhar ao se dirigir a dama a sua frente, esta era Sofiya ou também conhecida como Balalaika, a mulher estava parada a frente de uma grande janela, que se encontrava atrás de sua escrivaninha, a ex capitã trajava um tailleur de cor bordô o que a dava um olhar serio, seus cabelos loiros e ondulados estavam perfeitamente presos em um rabo de cabalo, enquanto duas madeixas deslizavam até a altura de seu seios, sobrava a fumaça de seu charuto pela janela enquanto observava com seus olhos azuis afiado os malandros na rua, sua pernas eram cobertas pela sua tipica meia calça preta que terminavam com o Scarpin de Jimmy Choo, apesar de ser uma mulher extremamente seria, adorava sapatos extravagantes, esse era um de seus favoritos, o mesmo era preto com e em seu calcanhar, da metade do salto pra cima era possível ver algumas plumas vermelha, detalhes a parta, Balalaika da mais uma tragada em seu charuto e o pousava no cinzeiro que estava sobre o beiral da janela, sem olhar para trás ela estende a mão e faz sinal chamando-o para entregar o celular, imediatamente Boris o faz.
A mensagem dizia o seguinte:


Miss Balalaika, precisamos de uma ajuda sua, podemos dizer que a igreja ira lhe dever um favor, Ada foi para Manhattan e nos mandou essa imagem... bom nem nós e nem mesmo a C.I.A não conseguiu encontrar esse tal de Tordo, seja la que diabos é isso... é isso se encontrar pode ficar com os lucros e etc, se precisar de algum suporte armado iremos dar, o Hotel Moscow sempre será nosso cliente melhor cliente


A Loira leu com atenção o texto e e a imagem que veio junta, fechou os olhos e suspiro, ainda com o celular na mão voltou o corpo para sua escrivaninha e repousou o celular no na mesma ao lado de sua Serdyukov, a pistola de fabricação Russa que a mesma tinha com muito carinho, foi a primeira fabricada especialmente para ela, quando era capitã.
Seu olhar foi de encontro a Boris, seu fiel imediato e braço direto e o indagou?

- E o que acha caro Tenente ?

- Acredito que seja interessante Sra. afinal duas empresa irão nos dever favores e diferente do Japão, a America é um pouco mais difícil de negociar

Ela assente com a cabeça e completa

- Faça os preparativos, tente entrar em contato com a Madre e a Ada e diga-a para fazer os preparativos... convoque os Visotoniks

Boris imediatamente bateu continência ao ouvir a palavra Visotoniks, para eles do Hotel Moscow, essa palavra tinha um outro significado, para todos ali era sinal claro que a VVS, a maior força Aérea da antiga URSS esta pronta para entra em ação.
Feitos os preparativos como, armamento, contatos, transporte, fundos e etc
Algumas Horas depois, ao chegar no Aeroporto clandestino em um Roll-Royce preto todo insulfilmado, era possível ver um Jatinho de pequeno porte que deveria comportava cerca de duas pessoas alem dos pilotos e algumas bagagens, ao descer do carro era notável a diferença nas roupas, naquele momento ela era mais que a chefe da organização criminosa, com aquela roupa ela era Capitã Sofiya Pavlovna, a mesma estava trajando o Uniforme de Guerra, geralmente usado quando seu grupo de assalto Vozdushno-Desantnye Vojska, também conhecido como Visotonik entra em ação.
Por ser uma Capitã sua farda era verde escuro, composto por Casaco militar que vai até sua virilha e é preso por um Cinto de couro largo, este cinto possui dois coldres um em cada lado, alem de pequenos compartimentos para bandagens, algemas, morfina, munição, facas de arremesso etc, é possível ver algumas granadas no também presas.
Em seu torso é possivel ver uma faixa também de couro que da a volta, nessa possui munição para armas de calibre pesado, essa faixa cobre singelamente outro suporte de coldre no torso, no lado direito é possivel ver medalhas de honra ao mérito por seus feitos de guerra, voltando ao Casaco o mesmo possui bolsos frontais, quatro para ser mais preciso, dois em cima na altura do seio e dois próximo ao abdômen, essa roupa é feita por uma liga especial a resistente a fogo e impermeável, nos ombros era possivel ver um em cada, ombreiras de cor amarela, insignias provando seu titulo de capitã.
A Calça faz par com o casaco e também é feita do mesmo material, possui bolsos comuns na lateral e atras, preso na coxa fica mais um coldre, nos joelhos um proteção similar a uma joelheira para proteção do mesmo mantendo a cor para não ter um desfalque na vestimenta, essas mesmas calças ficavam por por baixo de seu coturno, simples preto feito de couro com cadarços firmes amarrando o mesmo, apesar de não aparecer o mesmo possuía um bico de aço na frente para proteger em suas marchas.
Geralmente a Capitã utilizava um Quepe da mesma cor que os demais itens, incluídos no uniforme, a grande diferença era que localizado na frente possuía uma estrela vermelha com bordas amarelas entre duas folhas de louro também douradas, simbolo dos oficiais da União Soviética.
Ao descer do carro, imediatamente todos os quinze homens que não possuíam Quirk, apenas um rigoroso treinamento militar, incluindo Boris que estava a frente do pelotão perfeitamente enfileirado em três linhas com cinco homens em cada uma delas, todos ao mesmo instante bateram continência na presença de sua capitã, Balalaika a frente dos mesmo com um ar serio, olha em seu relógio de pulso, nota que era 15:40, considerando que iria sair de lá em no máximo sete minutos e que a viagem duraria cerca de sete hora, iram aterrizar em NY cerca 23:40 - 23:55 no mais tardar.


- Companheiros, mais uma vez gostaria de agradece-los e dizer que será a maior honra guia-los nessa missão na terra dos americanos, informo-lhe também que é uma missão perigosa, mas hoje, irei sozinha para tal missão, o comando no momento ficara com Boris... e no momento não irei aceitar qualquer questionamentos

Após as palavras, os soltados ficaram mudo, não sabiam o que dizer naquele momento a não ser aceitar, nesse momento ela se pões a caminhar para o jatinho que após sua entrada decola

Manhattam - Nova York - Docas 157B, 01:54


Matilda cidade, que cheiro imundo, que lugar sujo - pensou Balalaika.
A lider da organização Moscow chegou totalmente sozinha no lugar armada apenas com Serdyukov. (sua pistola) e em suas costas o Rifle calibre .950 JDJ, era uma noite escura, e a iluminação precária piorava a situação, a dama notou que tinha ocorrido algum problema naquela região, uma vez que estava tudo cercado por fitas amarelas sinalizando a restrição daquela área, sem pestanejar passou por debaixo de uma das fita, algo de errado estava acontecendo, ela levou duas horas procurando o local, aparentemente ali não existia uma ordem logica do como as coisas iam se desenrolando, ela já tinha passado por um grupo de moradores de rua que se não fosse por uma ameaça de um fuzil eles teriam a atacado, matado ou pior, ela estava impaciente apesar de manter a face seria, aquele calor estava-a incomodando a cada minuto que passava, o silencio era arrebatador a ponto de permiti-la ouvir sua própria respiração, a impressão que até mesmo o suor em sua testa tinha um som ao escorrer pela pele.
O único ponto de luz era uma lampada velha que parecia no fim de sua vida útil, naquele lugar era a unica que emanava algum brilho próximo ao contêiner 173B, com arma em riste já carregada e pronta para disparar com a movimentação hostil, Sofiya se aproxima da numeração de forma cautelosa passando um pé de cada vez, o suficiente para colocar o seu ouvido na caixa preta na tentativa de ouvir algo la dentro todavia estava pronta também para efetuar uma esquiva caso necessário, apesar do perigo ela precisava expandir "seus tentáculos" para NY

This post has been edited by Vampsz2: Mar 7 2018, 10:26 AM
Strelyay, chtoby ubit' (Shoot to Kill)
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Post #4463

Fimbulvetr

"É um bom dia para se morrer!"

28 Anos

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Jaeger DenSeleen

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Quote POST LINK Mar 7 2018, 06:09 PM -
Em alguma cafeteria vagabunda – Nova York – 17:40


- Eu estou te dizendo, o nome é excelente, todo mundo que chega na entrada pensa exatamente aquilo, IT’S PERFECT MY FRIEND!
- Eu não sei como alguém como você consegue ganhar dinheiro desse jeito, realmente... Tem muita gente estupida no mundo. Responde Aleifr tomando outro trago da taça grande de café.
- Assim você fere meus sentimentos, responde Cotton Mouth com uma cara de deboche, - Alias como você consegue ainda beber café a essa hora?
- É Irish Coffee
- Com um pouco de vodca acredito, responde Cotton Mouth, - No dia que você entrar em combustão instantânea, eu não quero estar por perto...
Aleifr ao dar o ultimo gole, varre com os olhos o local, se assegurando que não estavam sendo observados, e então encara seriamente Cotton Mouth.
- Você está certo da informação?
- São um grupo sério, não se preocupe com a grana, responde Cotton enquanto começa a comer o bibelô açucarado que pediu, - Do contrário não teriam vinculado um contrato para um problema que julgam não merecer exposição desnecessária de seu grupo.
- E mais fácil de apagar os traços se for necessário...
- Se sentindo descartável? Debocha Cotton.
- Sendo a grana real, pouco me importa o que querem, responde Aleifr observando uma loja peculiar pela janela a fora, com cores bem chamativas, - Negócios são negócios
- Mesmo que talvez tenha que trabalhar com vilões?
- Minha carteira não me dá opção de escolher, responde fitando novamente para Cotton, - Contanto que o tal tenha noção de comprimento de um contrato, ideais de heróis ou vilões, sempre são problemáticos...
- Ha Ha Ha, e não queremos deixar o lobo faminto durante o inverno, não é? Ri enquanto termina de lamber as pontas dos dedos, - Eu sei que você vai se sair bem nesse trabalho
- Tordo Negro, não é?... Aleifr fita atenciosamente a carta do pedido, e então se levanta e se dirige a saída da cafeteria. “Talvez hoje seja um bom dia” pensa enquanto caminha no meio da multidão, se misturando a ela, em direção a sua safehouse onde guarda seu equipamento para a trabalho, da onde então seguira para as docas indicadas na carta.
Hela's Gift
Superior
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Post #4504

Troyan

Não dê sorte ao azar.

16 Anos

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Arthalia

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20/01/2018

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Quote POST LINK Mar 8 2018, 07:43 PM -
Um Tordo que não deve cantar
Balalaika


Os motivos pelo qual a igreja poderia ter interesse em calar o tal Tordo poderia ser um mistério, mas quando se recebe ordens você não as questiona, apenas segue, ou debanda, e a última opção não existia no vocabulário daquela mulher. A poderosa russa em trajes militares, que exuberavam todos os seus títulos e conquistas, passava u ar intimidador parada ali naquela doca escura. Ela havia aceitado o serviço que havia sido publicado no mural do mercado negro e sido repassado para ela, serviço dado pela organização chamada de Tordo Negro que era impossível saber muito mais do que o nome, ou pequenas sombras e sussurros de sua presença em locais de importância, conhecidos como aqueles que carregam as maiores informações do submundo. Sem dúvidas, ter um favor com tal entidade e iniciar uma relação era uma porta para várias oportunidades, e provavelmente chegar no ponto de encontro do território de tal organização - famosa por não se ouvir qualquer boato sobre a captura de algum membro - com todo seu batalhão, poderia ser considerada uma ofensa. Sua atitude era sábia em seguir sozinha, ela tivesse consciência disso ou não.

O seu caminho até o local havia sido, no mínimo, irritante. Não compreendia o motivo da ilógica numeração, e o confronto com os mendigos havia sido no mínimo afrontante, mas um homem sempre se comporta quando na mira de uma arma, e assim o foi. Após aquele encontro, ela não teve mais problemas, talvez as pessoas houvessem notado o rifle em suas costas e a pistola em seu coldre - finalmente - e caído a ficha de que ela não era uma mulher que tolerava gracinhas, ou talvez tivesse ultrapassado alguma linha que os outros não ultrapassavam geralmente, como se houvesse entrado em território inimigo.

Ali, no ponto de encontro, após duas horas de busca, ela conseguia sentir a enorme pressão que a escuridão, e aquela única lâmpada no contêiner, passavam. O pássaro no lixo gralhava, fazendo seu coração acelerar por um instante enquanto ela, em reflexo, mirava em uma velocidade absurda na direção dele a sua estimada Serdyukov. O animal parecia notar, mesmo de longe, e quando ela respirava fundo para recompor sua postura impecável e continuava seu caminho, pode perceber os olhos vermelhos do voador a encararem, antes de gralhar mais uma vez e desaparecer voando na noite. Cada passo que dava ali, era como se dezenas de olhos estivessem sobre ela, mesmo que não visse absolutamente nada, ou sentisse qualquer coisa além daquele cheiro enervante e o calor sufocante.

Por um instante, pensou poder ouvir uma respiração calma próxima, como se passasse perto dos lábios de alguém, mas logo balançou a cabeça em negativa, até, finalmente, chegar perto do contêiner, colocando o ouvido na enorme caixa de metal. Antes de ouvir qualquer coisa ali, ela finalmente notava uma silhueta sair das sombras, se aproximando, e ela se colocava em posição de alerta.


Fimbulvetr



Cotton havia passado aquela carta suspeita para as mãos rapaz russo, que tão pouco era envolvido com seu país, mas sim com o fatídico incidente de sua cidade. Sua única preocupação com trabalhos sujos era se iriam querer limpá-lo depois, da forma negativa, mas fora isso talvez viesse a descobrir o quão aquele contrato poderia ser útil para os seus objetivos particulares, mas até lá, ele havia passado boas horas procurando pelo ponto de encontro naquele maldito porto.

Quando saira da sua safehouse, equipado com sua pistola e machado, o sol já havia desaparecido por trás dos enormes prédios cinzentos da cidade, algo perfeito para que ocultasse a presença da arma branca e de fogo que carregava, das autoridades da cidade. Embora, ali, não houvesse visto a sombra de uma autoridade que se atrevesse a se aproximar daquele lado do rio Hudson.

Morando ali nos Estados Unidos e tendo feito parte das tropas americanas, ele sabia dos boatos de como aquela área era dividida por organizações do submundo e usada de ponto de execução de traidores. Muito sangue havia sido derramado até que, repentinamente, os corpos pararam de surgir na outra beirada do rio: alguém havia colocado às rédeas ali, e agora ele estava ali, entrando sem informações naquele território estranho. Mas se seu pai havia ensinado-lhe algo, além de que ele era um inútil, era a sobreviver, e ele faria isso.

Após passar por uma doca cheia de delinquentes vestindo jaquetas de couro, bebendo, botando fogo nas coisas e correndo com carros cheios de nitros e alterações que ele duvidava serem regularizadas, sentiu em seus instintos que havia atravessado uma linha translúcida que demarcava aquela área como o território de alguém. Alguém que não precisava colocar vigias, ou que ele não podia ver, mas que mesmo assim nenhuma alma viva se atrevia a mover-se para lá; era este mesmo instinto que gritava quando chegava naquela parte sem iluminação, onde apenas um contêiner tinha uma lâmpada que mostrava, de forma pivia, a numeração do local de encontro.

O ar era pesado ali, e sentia como se vários olhos o observavam daquela escuridão, mas seu objetivo estava ali, logo a frente. Ele deu um passo para dentro, e ouviu o gralhar alto de uma ave ecoar, o único ser vivo que havia visto naquela área até então. Os olhos dela brilhavam em uma direção escura que ele não distinguia, e logo se desviavam para ele, o encarando no fundo dos olhos antes de voar sumindo na noite. Sentiu seu coração descompassar por um instante, mas a serenidade típica do homem fez com que seguisse: aquele local era comum para quem fazia este tipo de trabalho.

Antes de alcançar o contâiner, parou, observando uma mulher alta, loira, com farda militar de alguém de alta patente, sair do outro lado. Ela tinha um ar de poder que alguém experiente teria, e estava bem armada, como havia notado no rifle em suas costas e na pistola em suas mãos. Ela virava-se o olhando, e por um instante ambos trocaram um olhar longo - apesar de que ela parecia não conseguir ver bem sua forma, e neste instante ouvia-se o gralhar mais uma vez, desta vez saindo da escuridão entre os dois.



Ambos


Os dois russos ficavam frente a frente, talvez com alguma familiaridade dos traços do rosto um do outro como algo de sua nação, ou talvez não fosse algo relevante, como não era para o ex-militar. O homem de cabelos prateados incomuns tinha uma aura que fazia com que Balalaika sentisse que ele não era qualquer um, assim como as armas que ele carregava em cada uma das mãos e a postura quase de um lobo que ele parecia ter com aqueles olhos cor de sangue - a postura de um sobrevivente. O capote militar médico da suiça tirava um pouco desta imagem, e não sabe que tipo de atitude ambos teriam se um homem não surgisse saindo do contêiner e se colocando entre os dois.

O homem que saía dali era alto, com 1,90 embora que com um porte esguio. O mesmo estava todo de preto, uma armadura de um metal negro de tom fosco protegia seu peito, braços e a parte da frente de suas cochas, permitindo que ele pudesse se locomover como quisesse sem se atrapalhar com o equipamento. O simbolo da carta estava em brasão dourado em seu peito e em seu cinturão, enquanto algumas penas cinzas saíam das ombreiras e da parte de trás do elmo que cobria completamente sua identidade. O elmo tinha o formato de uma ave negra, e por baixo da armadura sua pele era toda coberta por um tecido negro que não identificavam do que era feito. Ele movia o rosto lentamente, olhando de um russo para o outro e para suas armas, antes de se pronunciar de forma serena e firme:

- Fui informado que dois interessados no trabalho haviam entrado em nosso território. Muito bem, chegaram em momento oportuno já que, em poucas horas, a oportunidade de calar o Tordo traidor teria passado.

A voz dele saía grossa e meio rouca. As sombras pareciam se mover ao redor dele, materializando uma mesa entre eles que parecia sibilar diante dos olhos deles, se observassem mais atentamente notariam que eram sobras que se moviam, formando o objeto. O homem colocava duas fotos em cima da mesa.

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A primeira era a de um rapaz, não deveria ter mais do que 21 anos. Ele tinha os olhos azuis vivos e meio frios, cabelos negros e lisos e vestia-se com uma típica vestimenta oriental, era pálido como se não pegasse sol a muitos dias. A segunda foto era a de uma mulher, que mesmo que seu rosto não fosse visível por esconder-se atrás de uma máscara vitoriana, era exuberante. Seus cabelos eram de um tom loiro-acinzentado, ondulados, seu rosto bem desenhado e ela passava um ar de autoridade, ela, entretanto, já com a pele um pouco mais bronzeada. O homem esperava que eles olhassem para as imagens antes de continuar, sem responder perguntas ou dar-lhes espaço para isso:

- Este rapaz chama-se Uraho Kuano, pertencia a organização e a três dias fugiu ao acessar informações confidenciais que estavam em posse de nossa organização, seu quirk é capaz de aquecer a temperatura dos locais e criar formas de calor ou ilusões capazes de causar sérias queimaduras. Esta mulher é uma das peças mais importantes e poderosas da Iron Hand, uma organização armamentista do submundo e muito poderosa, para quem o Tordo está fugindo em busca de abrigo. - Ele fazia uma breve pausa, para que absorvessem, alternando o olhar de um para o outro antes de continuar: - Nós queremos o rapaz de volta, não importamos se vivo ou morto - e se morto, queremos uma prova concreta disso -, antes que ele possa encontrar esta noite com esta mulher: conhecida como Freya. Se ele conseguir se encontrar com ela, a missão deve ser abortada imediatamente, para evitar que vocês sejam capturados e um grande conflito comece. O ponto de encontro deles é ao amanhecer no observatório que foi inaugurado no Empire State Center, na parte de restaurante que é coberta. Conhecendo Uraho, ele já deve estar lá, e vocês têm 5 horas e 45 minutos para concluir o serviço.

Ele pegava uma maleta prateada das sombras, como se alguém passasse para ele, e colocava-a em cima da mesa, rolando a senha de números e abrindo com uma chave: vários dólares estavam empilhados ali.

- Completem a missão de forma bem sucedida e a recompensa será paga. Eu os aguardei aqui, basta que batam duas vezes no contêiner e chame por Bico de Ferro. Um carro está aguardando vocês ali para levá-los ao lugar. Alguma dúvida?

Ele indagava, embora não parecesse ter muita vontade de responder nada, fechando a maleta com um sonoro e rápido "cleck" e entregando-a às sombras mais uma vez. Os dois podiam ver que o pátio estava menos escuro agora, e uma limousine preta aguardava por eles com um homem com a mesma máscara do Bico de Ferro os aguardando - vestido como choffer já sentado no volante.


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Bom, como ambos são iniciantes em RPG ou RPG de fórum, decidi separar o texto para introduzir cada personagem separadamente para facilitar separarem a percepção de cada um quando estiverem separados, o ponto em que eu narro "ambos" trata-se de tudo que os dois podem perceber ao mesmo tempo.

Agora, vamos ao feedback!

Vampsz, como conversei com você por ser uma narrativa com um narrador, ao adentrar no cenário que eu descrevi atente-se a narrar informações do cenário que foram disponibilizadas, lembrando-se que você controla unicamente sua personagem e os resultados das suas ações precisam ser narradas por mim para dizer se elas foram bem sucedidas, mal sucedidas, ou o resultado delas, tirando, no caso, flashbacks de momentos antes do ponto em que a narrativa ocorre. Após a edição daquela parte que comentei com você, sua ação ficou nice, então vamos que vamos ^^

Jaeg, também conversei um pouquinho com você antes, mas vamos lá! Você fez o flashback do seu personagem, ou seja, a introdução dele a partir do momento que recebeu o trabalho. Até aí está super ok! O problema foi que você esqueceu-se do meu post, rs, faltou sua ação dentro do cenário que foi narrado, sua interação com ele, seu caminhar por ele e o que fez depois de chegar no ponto final da minha narração para que eu soubesse o que mais o seu personagem iria ver, ou aconteceria com ele, a partir de suas decisões. Como pode ver na minha narração, eu precisei controlar totalmente sua aproximação com o personagem e interação dele com o ambiente pq vc n o fez antes. Nestes dois posts iniciais, eu vou te dar mais toques sobre isso caso você fique parado, ok? Mas quand oo bixo começar a pegar, se você não narrar nada o Aleif vai ficar parado, pq não posso fazer isso como narradora @_@ ele é você, e unicamente você deve dizer como ele irá agir ^^ Fora isso, você pode acrescentar em sua narrativa como Aleif pensa e se sente nestes cenários, apenas para enriquecer mais um pouquinho e vermos mais sobre a personalidade do seu personagem. Apesar de que eu definitivamente adorei o seu post, mesmo com essa simplicidade eu consegui sentir o cenário, a interação, e ver bem um pouco da personalidade dos dois personagens.

OBS para os dois: O relógio dos dois personagens está errado, o horário do encontro está sendo entre 23 e 24:30h.

Bom, até agora é isso, se tiverem qualquer dúvida estou a disposição. Espero que gostem! PLUS ULTRA!


This post has been edited by Arthalia: Mar 8 2018, 08:18 PM
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Emissão
Post #4583

Miss. Balalaika

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47 Anos

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Vampsz2

criado em:

15/02/2018

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Quote POST LINK Mar 8 2018, 10:59 PM -
Aquela escuridão realmente estava incomodando, o som de sua respiração estava forte e um pouco descompassada, tudo isso era culpa daquele ambiente que aparentemente parecia hostil, se não bastasse aquela quantidade imensa de sujeira, agora tinha uma ave negra a observando, lentamente sua respiração foi voltando ao normal graças a uma respirada mais forte, tentando ignorar o odor nojento que vinha junto para suas narinas e concentrando para se acalmar, ao se aproximas da caixa , seu corpo parecia pesado, era como se estive na mira constante de uma arma, lembrava situação em que ela e sua tropa ficaram presos no Vietnã, no meio da floresta e qualquer passo em falso seria fatal.
Apesar dos pesares, Balalaika sabia o que estava fazendo, sua Quirk sempre ativa graças a mutação permitia que ela olhasse cada ponto onde poderia atirar e fazer a bala gerar uma trajetória, na verdade ela já tinha imaginado milhares de possibilidades para o um ricochete perfeito, sim, sua habilidade lhe permitia ter uma mira sobre humana, claro que para ela aquilo era natural, ela nem mesmo sabia que tinha tal "poder".
Sua espinha gelou por um momento, sentiu um respirar de alguém, com um sobressalto afastou-se cerca de dois metros já com a arma apontada para onde sentiu o ar, já com o dedo no gatilho, com um movimento rápido sacou a segunda arma de seu coldre uma apontava para o "respiro fantasma" e a outra para o contêiner, a Miss estava esperando o menor movimento para disparar parar todos os lados e fazer chover chumbo sobre todos eles, seu rosto era serio, apesar do sobressalto a surpresa já tinha se esvaído e um olhar frio acompanha um semblante serio, o rosto de alguém que sabia exatamente o que estava fazendo, foi quando notou que o homem que estava a sua frente a intenção era abrir um buraco no meio daquele rosto... aquele rosto - Um compatriota... - Sofiya era uma matadora, mas não enfiaria um bala em um compatriota sem mais nem menos, ela notou que o mesmo vestia um capote militar o que a fez guardar suas armas, ela olhou para o homem mais uma vez e sorriu com um ar um pouco de deboche enquanto erguia a mão para o mesmo, a graça e o deboche não eram dele e sim da situação

Sofiya Pavlovna, Capitã da VVS, creio que o Sr também é um Militar, como devo chama-lo

Antes mesmo de qualquer ação ela notou um homem sair das sombras, Sofy o mediu de cima a baixo, procurando ponto onde poderia acertar ou se mesmo seu querido JDJ abriria um buraco no meio daquela lataria, foi notado pela mulher que o brasão era da Torno, a organização na qual iria gerar um "acordo" se assim pode dizer, uma de suas mão deslizou para a empunhadura da arma, não iria sacar ou atirar em ninguém, ainda, mas se fosse necessário era melhor estar precavida, ela ouviu as primeiras palavras do homem e retrucou

Era de se esperar... afinal nem a C.I.A os encontrou

Mais magia, parecia que o mundo estava cheio delas agora e que as pessoas usavam ao seu bel prazer ou talvez a belissima só não tinha dado atenção o suficiente, ouviu a explicação sem questionar absolutamente nada pego a foto do rapaz palido e o olhou bem por alguns segundo, queria memorizar cada detalhe daquele rosto para caso houvesse algum disfarce ela descobrisse, em seguida devolveu a mesa magica que agora tinha uma maleta cheia de dinheiro, ela não se importou muito, inclusive nem esperava por dinheiro e sim pelo network que poderia ter, olha volta o olhar para seu temporariamente companheiro e disse.

Algum plano meu caro?

Após ouvir a resposta do homem, Balalaika se colocaria a caminhar para direção ao carro, de um dos seus vários bolsos, sacou um celular, digitou algumas coisas em russo e abriu um mapa 3D na tela, viu o Empire, neles tinham algumas informações como por exemplo a altura do mesmo 381 metros de altura, excluindo a antena em seguida pesquisou prédios próximos e a informação que apareceu foi o o Bank of America que considerando a antena tem 366 metros, perfeito e ele ficava apenas a 0,8 milhas de distancia do Empire, ali seria sua primeira parada, a intenção da mesma era subiria na torre, considerando que uma das informações era que o observatório estava no 86º andar, a diferença era de cerca de 15 metros na dimensão 3D traço uma linha de um lugar seguro da torre do Bank ate o observatorio os dados mostravam que eles estavam na mesma altura, ela sorriu aparentemente ali seria perfeito para a arrancar a cabeça do jovem com um tiro.
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Quote POST LINK Mar 12 2018, 03:00 PM -
Dentro do carro, Aleifr apenas observava o sorriso discreto de sua compatriota, "Era de se esperar que esta situação a favorecesse...”
E então, vai me dizer agora o seu plano? Ou vai me fazer esperar mais? Perguntou Sofiya.
- Ouvi dizer que a senhorita é muito boa com balas magicas, quando me viu, reparei mesmo que nada escapava aos seus olhos, e alias..., obrigado por não ter atirado, ninguém gosta de começar um trabalho com desavenças...
A capitã continuava a mirar os edifícios aos arredores, como se estivesse fazendo algum planejamento.
- Sei que seria muito fácil abater nosso alvo a distância, porem esse seria uma estratégia de uma única tentativa, se o alvo escapasse por qualquer motivo, falharíamos imediatamente. Então proponho um plano de duas situações para execução. A cobertura onde fica o restaurante que se encontrara nosso alvo, o Empire State Center, possui grandes janelões em quase toda a cobertura, o que facilita muito um abate a distância, entretanto além dessa opção proponho uma outra aproximação discreta, Dizia o russo enquanto abria seu cantil de vodca e começando a beber, - Tenho contatos que trabalham naquele restaurante e podem me colocar como membro da staff, e encoberto, posso colocar facilmente um veneno de ação rápida e eficiente, para mata-lo antes que ele possa se dar conta do que acontece, uma vez que uma abordagem direta seria um risco visto o poder defensivo do alvo em aquecer ambientes, e uma ação discreta iria evitar que ele tentasse se ocultar com suas ilusões utilizando aquecimento do ambiente. E claro que se houver algum tipo de contratempo, você então poderá abate-lo facilmente, tudo isso nos dando duas oportunidades de finaliza-lo. O veneno e uma versão de um cumanirico, insipido e inodoro, facilmente misturável com alguma bebida que ele pedir, tem ação retardado de aproximadamente 1 minuto, ou menos dependendo da concentração, e quando age, imobiliza a movimentação musculatória total quase que imediatamente, matando o alvo rapidamente sem que ele possa reagir, O russo para de entornar seu cantil e olha para a sua compatriota. – O que você acha?
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Um Tordo que não deve cantar
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Haviam dois restaurantes, não apenas aquele que Balalaika descobria nos dados de seu celular. Recentemente havia sido inaugurado um restaurante no penúltimo andar do prédio. Luxuoso, prometendo uma bela vista e momentos inesquecíveis com a área construída ao redor da antena: Ponto que havia se tornado turístico, com um observatório e mesmo aqueles binóculos para se ver a cidade inteira, que sempre comiam a moeda alheia. Havia se tornado um ponto comum para os românticos. Não, não conseguiria atirar do Banco ao lado, não teria visão do seu alvo... e isso era algo essencial para suas balas.

Os dois russos entravam na limousine, sentando nos bancos de trás e descobrindo um verdadeiro leque de recursos preparados para ambos ali dentro. Não havia bebida ou os mimos normais de um carro como aquele, mas sim duas fileiras com roupas de gala, social, e vários outros tipos em cabides. Em frente a eles, em frente a dois copos d'água com gelo, havia duas reservas douradas para a mesa 03.

Assim que se assentavam e começavam a discutir o que seria feito, o carro começava a se mover. As ruas da cidade estavam menos movimentadas, mas apenas até chegarem na região. Por lá, havia movimento de pessoas saindo do prédio, alguns seguranças, e mesmo um grupo de seis jovens de alta-classe que entravam no prédio luminoso.

O motorista dava a volta no quarteirão para que vessem tudo ao redor, e estacionava em uma área menos movimentada ao lado, de forma que teriam certa discrição para executarem a estratégia que quisessem.

O banco ao lado tinha luzes acessas em alguns andares mais altos e no quinto andar, embora fechado ao público por já passar das 23h00. Ao redor, nenhum prédio chegava a altura do Empire State Center, mas haviam outros prédios de negócios com menos atenção o rodeando, e, nos quarteirões rodeando-o, haviam apenas alguns restaurantes e lojas mais baixas. Os postes de luzes possuíam câmeras, podiam ver isso também. Quatro homens grandes faziam a segurança na frente do prédio, e outros dois em um beco menos iluminado atrás, onde havia a entrada de serviços e duas caçambas onde o lixo era mandado de todos os andares por dois escorregadores fechados com dimensão de 1,30m de diâmetro: um para lixo orgânico e outro para reciclável, pelo o que o cheiro deduzia.


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Quote POST LINK Mar 21 2018, 10:06 AM -
A loira, ainda estava compenetrada em suas informações lia as linhas que seu Smartphone mostrava na tela azulada, conforme ia lendo viu referente ao novo observatório seu cenho fechou, mas que droga, daquela altura não seria possivel atirar naquele jovem, a mesma travou a tela e suspirou com pesar que aquela investida não daria certo, no carro ouviu seu companheiro de momento falar um plano, para ela o plano era bem inocente e qual a probabilidade do rapaz realmente beber o liquido envenenado com cumanirico, um anti coagulante, mas não disse nada sobre apenas balançou a cabeça assentindo .
A mesma observava o local atentamente, deixou até mesmo algumas coisas do que ele falava escapar a volta do quarteirão parecia um pouco mais longa que o comum, pelo menos para Sofiya, ela precisava matar esse garoto e conseguir os contatos do sub mundo do Tio Sam sem ter que contar com a cretina da Ada, aquela cadela da C.I.A, notou o copo de água com gelo e ficou um pouco desconfiada até que ponto tudo ali era seguro ?
Se erguendo um pouco corpo foi até os cabides de roupas, usando uma das mão como apoio no teto para manter o equilibro começou a passar as roupas no cabideiro foi quando notou aquele precioso "rubi" em forma de tecido, mas que vestido lindo, sim, ela adorava vestido, sapatos roupas e moda em geral, era uma militar não uma bruta sem classe (assim que ela via as demais trogloditas por ai), a belíssima peça de roupa era um vestido longo com um decote em V, em seu torso o mesmo possuía uma armação para acinturar aquela área, tal roupa que era conhecida como "sereia" devido a ser justa da parte de cima e longa na parte de baixo, um detalhe era que na parte da perna direita o vestido tinha um corte até próximo o quadril o que foi determinante para a escolha uma vez que deixaria a fácil a sacada de sua pistola o que obviamente seria necessário, alem disso o mesmo era todo detalhado com pequenas pedrinhas de swarovski vermelhas o que davam um brilho todo especial e suas costas eram abertas, apenas sendo possivel ver as alças nos ombros .
Ela retirou o mesmo do cabideiro e claro que agora vinha a melhor parte, procurar os sapatos ela perdeu alguns minutos olhando atentamente para os mesmo que para sua tristeza não tinha nada de interessante, o que a deixou abismada, tal sensação a fez ir até o a janela interna que divide o motorista dos passageiro a abriu sutilmente e disse para o condutor

- É um absurdo vocês terem um vestido lindo desse e não terem um sapato que condizente - Disse de forma seca

Não esperou resposta, apenas fechou a pequena janelinha e se voltou para os sapatos, pegou um scarpin básico envernizado e de cor rubi, ao menos as cores eram iguais, nesse momento ela olhou para seu companheiro que estava ali sentado, ficou alguns minutos o encarando esperando que fosse obvio que ela não simplesmente iria se trocar na frente dele, possivelmente ele não iria se tocar, considerando que aquelas araras de roupa eram moveis ela virou na horizontal fazendo uma pequena parede de roupas protegendo seu corpo de alguma visão, claro que aquilo era impovisado e do outro lado disse.

- Se tentar expiar, olhe bem... pois vai ser a ultima coisa que ira ver, ok companheiro ? -

De sua vestimenta atual a unica coisa que sobrou foi o coldre que da cintura ia para a coxa da mulher que estava sua Serdyukov, sua pistola de estimação, apesar de parecer uma pistola comum o Sr. Serdyukov a criou com um intuito de ser extremamente letal, tanto que atualmente pela Spetsnaz devido a capacidade de perfurar coletes, literalmente vestida para matar Balalaika ainda protegida pela parede de roupas, sacou de sua vestimenta militar 2 itens importantíssimos, primeiro uma faixa com 4 facas de arremesso o que prontamente as colocou um pouco abaixo do coldre para caso fique sem munição, apesar do coldre possuir um cartucho reserva, segundo e o mais importante para ela... a maquiagem da channel era simples, um batom bordo e rímel, logo após se maquiar, e pronta deu uma ajeitada na cabelo e saiu de sua proteção, encarou mais uma vez o rapaz com aqueles olhos azuis brilhantes enquanto aguardava o carro encostar, passou a mão no convite dourado da mesa 3 o que possivelmente os garantiria a entrada, a observação da mulher era se ele iria vestido assim para um lugar tão elegante foi quando disse

- Você vai assim ? Ou por acaso ira como funcionário para que seus "contatos" te ajudem -





QUOTE
OFF: Queria muito me desculpar como já comentei com a Arthalia, estava internado para operar do calculo renal, consegui um tempinho para escrever com o celular aqui, então me desculpem a demora.


This post has been edited by Vampsz: Mar 21 2018, 10:07 AM
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Quote POST LINK Mar 24 2018, 09:06 PM -
Ele sorriu levemente, após a ameaça da capitã, reclinando a cabeça sobre o banco do carro e pondo-se a mirar o teto de veludo do carro luxuoso em que estavam. Passou a pensar sobre as circunstâncias que tinham no momento para a realização do trabalho. Sem a ajuda a longa distância do tiro de precisão, limitavam um pouco as opções, então a opção de envenenamento seria a opção mais viável, e quem sabe com um leve ajuste da primeira tática.
Aleifr abrir sua mala onde tinha seus equipamentos e de dentro tirou uma arma famíliar pra ambos os russos, uma Beretta 950B Jet fire, uma arma eficiente e portátil de 7 tiros, altamente confiável a média distância até 30 m, portátil pesando 283g, facilmente ocultavel dentro da bolsa de mão da elegante e sensual russa, com o bônus de ser feita de material semelhante as versões de airsoft, sendo imperceptível aos sensores de metais.
- Talvez você consiga fazer bom uso deste equipamento se houve necessidade, na falta de um rifle de precisão, o que é uma pena porque adoraria ver a fumaça rosa hoje. Disse o militar interrompendo a elegante russa durante sua troca de roupa, com um claro ar de desaprovação dela respondido por um ar de indiferença do russo.
Então se virou para o motorista, - Pode me deixar na esquina da 5th Avenue com a 32 West Street. Daqui encontro meu caminho até a entrada dos funcionários, já falei com o meu contato e ele me colocará dentro do restaurante como um dos garçons que atenderam ao jantar. Então ele fitou para Balalaika que acabara se se trocar, - O Empire State Building tem 381 metros e 102 andares, sendo que a partir do 60 andar, as janelas são hermeticamente fechadas devido a diferença de pressão do interior do prédio e do ar rarefeito a aquela altura do edifício. Assim seria interessante você deixar seus atiradores a disposição para que eles ataquem as janelas do andar em que o alvo estiver, se for necessário, para criar a expulsão imediata do ar dentro do ambiente para fora, reduzindo consideravelmente o poder ofensivo do nosso alvo, já que ele é capaz de aquecer ambientes, ele deve fazê-lo através de alguma forma de convecção, o com o ar sendo expulso do ambiente abruptamente ele não terá mais essa vantagem, claro isso se for necessário chegar a esse extremo, Terminava o russo enquanto abria seu cantil e dando um gole de sua vodka, - Tratarei de deixar pronto uma estratégia de saída, e entrega um dispositivo diminuto intra auricular – Estes comunicadores nos manterá em contato, o resto deixa a teu cargo.
A limusine parou na esquina indicada, da onde desses o russo que logo se esgueirou para um dos becos locais em direção a entrada de funcionários só prédio, onde seu contato o esperava fumando durante seu período de folga.
Aleifr se aproximou discretamente do homem que parecia ser o maitre do restaurante no Andar 101, um suntuoso restaurante de 5 estrelas.
- O que você me pediu é muito mais que um favor, eu poderia perder meu emprego por isso! Disse o maitre de traços finos, possivelmente de origem francesa, e nariz arrebitado, em suas roupas impecáveis de trabalho, e jogou para Aleifr uma bolsa com roupas de garçom, - Me encontre no restaurante em 15 minutos e eu te assignarei tua posição de serviço no salão.
- Até onde me lembro você me devia muito mais que em simples favor... Respondeu o russo enquanto abria a bolsa com as roupas, com o francês olhando com reprovação, porém em seguida consentido, pois era verdade.
- Apresente se logo e me encontre no 101 andar! Girou os calcanhares o francês em direção a entrada e a pessoa rápidos entrou no prédio.
Aleifr tomou a bolsa e seguiu para a entrada é então para o vestiário dos funcionários. Uma vez devidamente trajado, passou para um dos elevadores dos funcionários para os últimos andares. Eram elevadores expressos, que subiam em 20 segundos todos os 102 andares, porém Aleifr se deteve no 86 andar, que não era normalmente acessado pelos funcionários ou os clientes que tinham suas oficinas naquela prédio, aí sair do elevador, a direita notou o 2* elevador de serviço de manutenção do edifício, operado apenas por chave da equipe de manutenção, mais em frente e a direita entrou pela uma das portas da saída de emergência, que dava para uma ante câmara com uma porta de metal e uma sinalização que indicava ser a casa mestre do maquinaria dos elevadores e do sistema de incêndio do último setor do prédio, que se entendi do 70 andar até o 102. Lá dentro ele encontrou uma bolsa oculta deixada por seu comparsa Cotton Mouth, e de dento retirou um conjunto de pequeno explosivos, que instalou na central mestre do sistema de incêndio. – Se a jovem estivesse aqui este trabalho teria sido mais fácil para mim, pensou Aleifr enquanto terminava os preparativos ao sistema de incêndio.
Então Aleifr saiu da casa de máquinas e então subiu para o elevador e seguiu para o andar 101, onde ficava o restaurante inferior, local onde aguardava o alvo, que desfrutará de sua última refeição.
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Quote POST LINK Mar 28 2018, 10:28 AM -
Um Tordo que não deve cantar
Fimbulvetr & Balalaika


A limousine parava e o tordo da frente continuava indiferente a toda conversa, reclamação e estratejama dos militares nos bancos de trás. A russa se trocava prontamente, vestindo-se adequadamente com o ambiente e preparando seu próprio armamento por baixo do chamativo vestido vermelho. Enquanto isso, o mercenário pegava em sua maleta uma arma de fogo discreta, a loira não parecia interessada, entretanto, em armas que não as próprias.

Aleifr explicava seu próprio plano e as informações do Empire State, com algumas suposições quanto a própria rede de contatos da Balalaika que eram apenas possibilidades das quais ele não tinha real conhecimento, mas sua observação sobre o poder do Tordo traidor talvez fosse digno de nota.

O russo começava a descer da limousine, até perceber que não possuía os tais comunicadores consigo. Possivelmente haveria deixado em sua casa-forte, já que não pensara antes que agiria em conjunto com alguém. Antes mesmo que ele começasse a andar para o beco, o homem com o cigarro vinha em passos exasperados na direção da limousine.

O francês tinha uma expressão desolada quando largava uma bolsa na frente de Aleifr e finalizava o cigarro de forma dramática em cima da limousine, amassando a ponta e espalhando as cinzas:

- O chefe de hoje é outro, a equipe está em polvorosa e eu ainda não sabia da alteração. Fui demitido por estar no telefone por aquele nervosinho. E quer saber?! En avoir ras le bol! Aqui estão as vestes de garçom e a chave para entrar pelos fundos, não posso fazer mais do que isso ou recebo justa causa. E quem essa mademoiselle?

Ele balançava a cabeça, como se acordasse do breve transe após dar uma bela olhada em Balalaika dentro da limousine.

- Boa sorte.

Ele colocou as mãos dentro do sobretudo marrom que usava, e caminhou até a parte da frente do Empire State, entrando em um táxi.

O elevador de serviços ia para todos os andares, talvez fosse uma forma fácil do próprio subir, mas a equipe, segundo o francês, estava agitada naquela noite. Mas antes disso, Aleifr precisaria entrar para descobrir, e em cada andar encontraria seus devidos impencilhos, começando por que não seria fácil esconder seu machado naquela roupa.

A russa segurava seu próprio convite, agora já maquiada e pronta para descer.

A partir de agora, cada um seguiria seu rumo.





A partir de agora cada um segue seu rumo. Lembrando que a cada lugar que seu personagem vá, ele pode procurar algo e estar tentando fazer algo, mas só após meu post saberá se ele realmente encontrou o que procurava, ou se encontrou outras coisas e a partir daí terá que fazer outra ação procurando ou agindo de forma diferente. Uma dica de ouro é: Seu personagem sempre está tentando fazer algo, encontrar, seguir tal caminho: sempre tenta. Mas na minha narração eu confirmarei o que foi possível e o que não, e porque não, porque é papel do narrador dizer o que há ou não no lugar e como os npcs e ambiente interagem com o personagem. Cada jogador narra apenas o seu próprio personagem e aquilo que ele viu (pela narração passada) e o que está buscando ver, nunca o dos outros - seja eles players ou npcs - (apenas reage ao que já foi feito ou age por si só) ou o cenário que ainda não foi descrito.
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Quote POST LINK Apr 2 2018, 10:45 PM -
As coisas sempre podem piorar, com um pouco de sorte, nao ficaria pior do que já estava, imaginou Aleifr
- Nao eh a melhor mão que já tive... murmurou enquanto seguia para a entrada do setor dos funcionários do edifício. Com o caos com a mudança de chefe, seria mais difícil atingir a posição adequada para a operação, mas não seria impossível. Da entrada, dando de cara com o corre-corre do staff, muitos também sem saber o porque de uma mudança repentina.
- Onde posso encontrar o chefe encarregado de hoje? Perguntou a um dos garçons ao sair do vestiário.
- Acredito que ele esteja no restaurante principal na cobertura, mas vai saber, do jeito que tudo esta hoje tenho sorte de ainda trabalhar aqui! Respondeu de maneira afobada o jovem. Antes de seguir, o russo entrou numa das baias dos sanitários mais ao fundo do vestiário,e se certificando que ninguém o vira, retirou de dentro de sua mala a arma que havia oferecido a Balalaika, e a guardou na cintura anterior, o tamanho da arma em conjunto com as roupas de um pouco grandes que havia recebido, faziam a arma não ser perceptível sob as roupas.
Tomou sua mala e foi para os elevadores que levavam para a cobertura. Ele precisava encontrar o maitre que estava responsável pela acomodação das reservas da noite, para saber em que mesa estaria o alvo, para tratar de servir aquela região do restaurante para poder envenenar e eliminar rapidamente o alvo antes do mesmo poder reagir. Em sua mala, dentro de uma lata de cafe, trazia um pequeno explosivo plastico, menor que um sabonete, com um detonador remoto, para usar na central de sistema de incêndio para a rota de saída, Com tudo dando certo, ele eliminaria e sairia sem a capitão precisar abater o alvo de maneira mais direita.
- Vamos ver se consigo fazer um Royal Flush com essas cartas... Disse enquanto sorria discretamente ao subir pelo elevador.
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Quote POST LINK Apr 4 2018, 10:05 AM -
A noite estava agradável, seu compatriota tagarelava sobre uma arma portátil que fazia isso e aquilo o que não chegou exatamente a prender sua atenção, ela ainda estava indignada de não ter um par de sapatos maravilhosos, logo ela notou que o mesmo solicitou ao motorista encostar o carro em uma das avenidas próximas ao prédio, enquanto o carro saia ela notou que o seu "colega" tinha acabado de encontrar com alguém, o que exatamente eles iriam fazer ela não sabia, foi então que pegou o convite em mãos, antes de sair do carro ela notou no cabideiro um pequena bolsa carmesim que ficaria maravilhosa com o vestido, logo tratou de passar a mão nela e coloca-la no ombro, assim que seu carro parou em frente ao ilustríssimo hotel, ela deu uma pequena checada em seu casaco pegando um pequena granada de mão e colocando dentro da bolsa, aquilo seria um artifico para o plano de Balalaika, assim que desceu do carro ela olhou para o motorista pelo retrovisor lateral e sorriu, acenando para o mesmo.

Obrigada !!

Logo que chegou ao lugar, verificou se estava tudo ok com o convite, agora seria um momento crucial, em algumas horas receberiam a visita do contato que ela precisaria evitar, a entrada era extremamente luxuosa e parecia que apenas celebridades e magnatas estavam no lugar, ao passar pelos seguranças ela tentou mostrar o ar de superioridade nem ao menos olhando para os mesmo ou sequer pedindo algum tipo de informação, geralmente funcionários de lugares extremamente luxuosos assim evitam qualquer tipo de atrito com os cliente por existir a possibilidade de ser alguém importante e isso poderia lhe custar o emprego, ao menos era o que ela pensava.
Ao se aproximar da recepção a estonteante loira se deparou com o funcionário por alguns segundo, com um olhar gélido que ela mostrava realmente era algo que intimidaria qualquer um, com um movimento simples ela colou o convite sobre o balcão sem nem ao menos cumprimenta-lo ou algo do gênero, ela não queria ser lembrada como a moça gentil no meio dos esnobes, então naquele momento era necessário que ela fosse tão esnobe quanto os demais daquele lugar, a unica palavra que ela dirigiu ao funcionário naquele momento foi com quem ela desejava se encontrar, e assim que informada ela iria de encontro ao seu alvo, uma vez que estavam em publico e no meio de varias figuras importantes, possivelmente ele não iria criar um alvoroço e dentro da bolsa dela existia uma surprezinha, caso a conversa ficasse perigosa e ele ameaçasse esquentar as coisas, ela esquentaria ainda mais com uma explosão que mataria ele, ela e todos ao redor colocando todas as organizações em maus lençóis com o mundo, todavia a intenção da conversa era a primeiro momento, pacifica

Necessito encontrar Uraho Kuano, se te facilita em algo... ele esta usando vestes tipicas orientais e por gentileza, rápido.

This post has been edited by Vampsz: Apr 4 2018, 10:15 AM
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Quote POST LINK Apr 28 2018, 09:53 PM -
Um Tordo que não deve cantar
Alefr


Já vestido como um mordomo, o russo seguia pela entrada de serviços utilizando das chaves que havia recebido de seu informante. Ao entrar, se encontrava em um quarto de produtos de limpeza empilhados em estantes próximas às paredes. Do outro lado do cômodo havia uma porta para um corredor, onde notava um faxineiro encerando o piso brilhoso de azulejo liso. Um senhor já grisalho de pele morena e feição cansada devidamente uniformizado com um macacão cinza, com o nome "Diego".

Ele ouvia música alta e cantarolava alto de mais de forma desafinada enquanto Alefr seguia na direção dos elevadores de serviço ao lado, havia dois. Um estava na garagem 3, no subterrâneo, e o outro desceria ainda 7 andares até chegar ao seu local.

Era nesse tempo de espera que Alefr conferia tudo que carregava em sua mala, já com seu machado e arma escondidos por baixo da roupa, e notava que havia pego a mala errada, ali estava apenas algumas roupas sujas e o militar não conseguia acreditar em como havia cometido tal engano.

Alefr tinha a possibilidade de tentar voltar para o quarto com produtos de limpeza e improvisar alguma coisa, ou esperar o elevador chegar ali.

Caso decidisse apenas entrar no elevador, o faria a tempo do faxineiro começar a vir naquela direção do corredor fazendo a limpeza, e encontraria o elevador, para sua sorte, vazio, já podendo subir caso quisesse; caso contrário, ao voltar para improvisar com os produtos de limpeza, daria de cara com o Faxineiro Diego no corredor.





Balalaika


A loira não perdia tempo enquanto seguia seu caminho em direção a entrada atraindo alguns olhares despistados por parte dos seguranças da entrada, mas apenas algo rápido que não poderia se deduzir sobre o que realmente olhavam. Entrava sem problemas, seguindo até a portaria onde uma mulher de óculos, cabelos castanhos presos em um rabo de cavalo e roupa executiva a atendia, sem levantar muito os olhos, apenas alternando do papel para a loira por um instante antes de desviar-se para um jovem com roupa de garçom de gravata borboleta.

- Cortês, guie a senhorita para o elevador do restaurante por gentileza, ela ficará na área VIP.

- Prá já, Jane!

Ele sorriu tolamente e a mulher rodou os olhos, o rapaz virou-se para a loira, sorrindo e com o rosto levemente corado:

- Srta, me acompanhe. - Ele esperava a loira começar a segui-lo e então caminhava em direção a um elevador a parte dos de mais, que tinha como única parada o restaurante feito no último andar. Ambos entravam lá sem esperar, visto que este já estava no andar, e começavam a subir.

O elevador tinha a parte de trás de vidro, fazendo com que fosse possível ver o lado de fora da cidade quando alcançavam o 10º andar, onde a parte de trás havia sido reformada para aquele elevador em especial, de forma que seus clientes pudessem ver a noite e a cidade a medida que subiam. O interior era confortável enquanto a música "Devil May Care" tocava em um tom ambiente.

O garoto olhava-a de soslaio toda hora e desviava rapidamente, meio sem graça. Não deveria ter mais do que 21 anos, e entrelaçava os dedos atrás das costa de forma ansiosa e inquieta, que apenas parava quando chegavam no último andar.

As portas do elevador se abriam, e a russa se via em um grande salão.

Um globo de luz azul refletia uma luz fria no local, a música continuava tocando no ambiente de forma convidativa, enquanto as mesas se espalhavam próximas as janelas eram todas rodeadas por sofás circulares, criando um ambiente reservado para cada mesa, principalmente com a luz amena do local.

O bar era perto da saída para a área aberta, um longo balcão com bancos confortáveis para aqueles que queriam apenas beber ou ficarem sozinhos. Do lado de fora era onde havia a verdadeira atração, podia ver algumas mesas de um lado da cobertura, e do outro uma piscina fina que era iluminada apenas para dar um charme ao local; no outro extremo, havia o observatório, onde alguns casais se reuniam e algumas crianças também.

Ali em cima, a loira falava seu interesse para o jovem Cortês e ele erguia as sobrancelhas:

- Oh, Uraho? Ele costuma ficar sempre no bar, mas a sua reserva é para uma das mesas em nossa ambientização srta. Posso guiá-la até lá ou até ele, como desejar, mas parece que não está no bar agora.

Ele disse, estreitando os olhos na direção do bar que tinha apenas um homem de ombros largos, olhos azuis e cabelos pretos, em um estereótipo a loira poderia dizer que era um típico conquistador.


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This post has been edited by Arthalia: Apr 28 2018, 09:53 PM
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Quote POST LINK May 1 2018, 03:02 PM -
Conforme adentrou no local não pode notar que os seguranças a observavam exatamente o que eles pensavam não a importava, claro que apenas alguns passos ninguém de suma importância pararia aquela mulher que caminhava de forma tão altiva até a direção do bacão de atendimento , ela observou por alguns segundo antes de se aproximar e ser atendida dela jovem menina que estava logo atras do móvel, ao se aproximar notou a indiferença da meninas ao atende-la, - "ótimo" - pensou ela, era necessário manter a pose naquele momento e se apenas a considerassem mais uma daqueles ricos que não merecem nem ao menos atenção seria melhor ainda.

Ao concluir o atendimento, ela notou que um jovem e simpático rapaz a atendeu, notou pelo canto do olho que ele sorria uma vez que ainda estava de frente para a menina, que confirmou a indiferença da mafiosa ao revirar os olhos, sem dar muita atenção para ambos ela virou o corpo e se colocou a caminha na direção apontada pelo rapaz da mesma forma altiva que tinha, ela não poderia parecer diferentes dos magnatas que naquela situação, naquele local eram apenas mais do mesmo, assim que adentrou no elevador e se aproximou da parte de vidro, conforme o elevador subia ela olhou para baixo possivelmente aquele elevador iria percorrer uma viagem de no minimo uns três minutos, previu ela, afinal era um lugar luxoso e um elevador qualquer não estaria ali, foi quando notou que o menino a olhava de soslaio, no primeiro olhar ela enfiou a mão na bolso interno da bolsa a tira colo e retirou um Smartphone, com uma certa destreza e pratica desbloqueou o parelho com o dedo indicador e apenas apertou um atalho na tela do mesmo, tal atelho era uma linha direta com Boris, algo configurado para o pessoal da Hotel Moscow, não demorou menos que dois segundo para a ligação ser atendida e uma voz inaudível para os de fora atendeu e em sequencia a mulher falou em russo:

- Без промедления я собираюсь встретить цель, сначала я установлю контакт (Sem demora, vou cumprir o objetivo, primeiro estabelecerei um contato) -

Ao concluir tal breve frase, desligou sem ouvir resposta, a mesma não tinha exatamente muitas opções ali o que poderia é localizar o alvo, claro que se o mesmo agisse de forma hostil ela o ameaçaria com tudo que poderia, mas de certo não precisaria disso, quando o salão abriu, ela notou a imensidão do salão, conforme guardava seu telefone ela aproveitou e retirou uma nota de cem dólares, ter o dinheiro americano para ela não era problema, já que o dólar é uma das moedas que se comercializa em qualquer lugar do submundo.
Assim que a retirou a nota, sem olhar para o menino enfiou no bolso da frete de seu uniforme, a falta de atenção no rapaz se manteve, apesar dele ser muito educado ela não pretendia criar qualquer lembrança dela e a a gorjeta deveria ser comum, ao menos era o que ela sempre fez com os moleques que faziam as entregas, se encaminhou para fora do elevador junto com o rapaz que prontamente informou onde encontraria Uraho, foi então que a mesma decidiu, ela faria o alvo ir até ela.

- Da! (Sim!) leve-me para minha mesa, e por favor meu caro jovem, localize o Sr. Uraho e diga a ele que estou a aqui e CERIFIQUE-SE que ele ira vir até aqui - a mulher conforme falava se encaminhava para sua mesa, possivelmente seguida pelo meninos, sem delongas disse o que precisava e frisou a parte dele certificasse que o homem viria até aqui.

Enquanto aguardava, de forma discreta abriu sua bolsa e retirou uma das duas pistolas que estavam em cada coxa, colocou a no colo, com as mão livres puxou a cadeira por baixo do assento para que pudesse ao menos aproximar o tronco da mesa e assim esconder a arma em seu colo com a toalha, colocou sua bolsa de colo em em cima da mesa, não longe o suficiente para que ela pudesse ter pouco tempo de reação para enfiar a mão la dentro e puxar o pino da granada, seu olhar afiado tenta buscar alguns rostos conhecido na intenção de ver seu parceiro e de contra partida, conforme buscava notou o tipico homem no bar, o mediu por alguns segundo, devia ser tão idiota quantos os gigolôs do Vietnã, talvez ele sirva para algo, mas em breve

This post has been edited by Vampsz: May 1 2018, 03:11 PM
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Quote POST LINK May 5 2018, 01:06 AM -
Aleifr sorriu cerrando os dentes, ao ver o conteúdo da mala, e por algum motivo, se lembrou de relance o que Kikyo o havia dito há anos atrás...

-Só pode ser brincadeira mesmo... Mas não vai ser agora que ela irá ter alguma satisfação, Hel terá que esperar! Recrutou para si mesmo o russo.

Vendo as roupas na mala, ele decidiu por entrar no armazém de limpeza próximo aos elevadores, cerca de onde se aproximava o faxineiro dançante.

-Talvez estas roupas ainda tenham alguma serventia... Pensou.

Passou pela porta sem que o faxineiro o reparasse, e se trancou dentro do quarto de produtos de limpeza. Certificando-se não ser vigiado, colocou seu machado dentro da bolsa, escondendo-o entre as roupas. Rodeado por prateleiras metálicas com produtos e utensílios de limpeza em um cômodo de alguns metros quadrado sem janelas com apenas 1 saída de exaustão e um detector de fumaça próximo á luminária do ambiente, o ex-soldado procurou por um dos cigarros que tinha dentro de seu jaleco, enquanto reparava nos materiais que poderia utilizar em seu favor. Percebeu embalagens de vidro e garrafas de álcool que poderiam ser transformados em coquetéis molotov e compostos de nitrato de potássio vindos de desentupidores de pia junto com detergentes podendo sem improvisados em bombas de ação de fumaça e efeito toxico-neurológico. Pegou o que precisava e sai do quarto.
Na porta, ao se dirigir ao elevador novamente, cruzou com o faxineiro idoso, e ao cruzar com ele, apenas ergueu os ombros dizendo: - Eu precisava de algum lugar para tentar fumar... Enquanto esperava pelo elevador chegar ao seu andar.
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