A Season 1 do Hero Academia RPG teve início! Você ainda não viu? Dê uma olhada clicando aqui!

1. PLUS ULTRA!
Olá herói! Ou seria você um vilão!? Bom, não importa, de qualquer modo você é bem vindo para juntar-se à nós! O Hero Academia RPG é um roleplaying game (jogo de interpretação) baseado na série Boku No Hero Academia escrita por Kōhei Horikoshi e publicada semanalmente na Shonen Jump. Aqui, você jogador poderá interpretar heróis, vilões e até mesmo assistentes, se assim for do seu desejo. Nosso foco é a diversão de todos os jogadores, ainda que tenhamos um sistema sólido de regras que devem ser lidas atentamente por cada um. Então, está esperando o que!?
BEM-VINDO!
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Nome do Personagem: Alexia Guerrilla
Frase: Ser um herói é persistir por mais um momento, quando tudo parece perdido.
RGB: 13,97,37
Alcunha: Squall
Idade: 18
Data de Criação: 26/02/2018
Link da Ficha: http://heroacademiarpg.jcink.net/index.php?showtopic=909&st=0&#entry4024
Imagem de Quirk: https://i.imgur.com/dzdFrJr.png
Nome do Quirk: Muscle Manipullation
Qualidade do Quirk: Pristino
Tipo de Quirk: Transformação
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Joined: 16-February 18
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Last Seen: Yesterday at 09:24 pm
Local Time: May 22 2018, 12:48 PM
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Alexia

Herói

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May 9 2018, 09:55 PM
[dohtml]<iframe width="100%" height="100" scrolling="no" frameborder="no" allow="autoplay" src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/381454403&color=%23be1fcc&auto_play=true&hide_related=false&show_comments=true&show_user=true&show_reposts=false&show_teaser=true&visual=true"></iframe>[/dohtml]

I'll Never let this feeling go
Alicia & Ezequiel Guerrilla


As luzes dos holofotes alternavam dentro da enorme tenda colorida. A arena ao centro era de terra batida por onde os artistas, palhaços e dançarinas entravam em uma sincronia maravilhosa com a música que ecoava ali dentro.

Liberdade ecoava com as vozes apaixonadas que cantavam aquela música, criando um coro daqueles considerados excluídos da sociedade mas que todos gostavam de ver. O público sentado no palco circular nas extremidades enchia cada assento, sorriam, riam, admiravam-se com o espetáculo, cada qual com a parte que chamava mais sua atenção.

Ela, Alicia, não deveria estar ali. O vestido negro contornando seu corpo espalhava-se pelo chão da parte alta e reservada do espetáculo, acompanhada de amigas que aceitaram acompanhá-la em sua curiosidade quase mórbida de conhecer o desconhecido e o excêntrico, como uma aventura para escapar do comum. Após sua própria apresentação no teatro da cidade, havia seguido até ali, e ali sentiu pela primeira vez algo quente em seu peito. Um bater desajeitado, uma paixão e impulso que procurara desesperadamente e começava a sentir a medida que aquelas pessoas mostravam sua liberdade sem temer os julgamentos e os risos. Sentia uma luz crescer e surgir fora dos portões militares e rígidos do berço dourado e dos moldes de ouro que havia sido criada.

Mas não havia visto nada, nada até que os acrobatas começassem a saltar sem proteção, criando uma dança no ar sem temer. Os olhos azuis eram chamados pelos cabelos loiros do mais novo, que sempre com um sorriso largo e travesso no rosto saltava mais alto, jogava e pegava os demais, e como se um ímã a levasse até ele... ele lançou-se em sua direção segurando em apenas uma das mãos no pêndulo, inclinado em sua direção.



Os olhos dos dois se cruzaram, e no instante que o pêndulo atingia velocidade 0 antes de começar a voltar de onde vinha, parecia durar uma eternidade. Seu coração bateu mais forte, o rosto corou de leve e forçou-se a desviar o olhar. Precisava sair dali... e saiu.

Com o coração acelerado, uma sensação de repreensão interna e de desejo a acometeu, e não pode seguir mais dormir. Principalmente quando aquele garoto surgia em sua janela com um sorriso travesso.

Ela o desprezou, inúmeras vezes o rejeitou, evitou, irritou ou ignorou, mas aqueles olhos nunca deixaram de flamejar com determinação e paixão, e ela se entregou, contra todas as vontades e possibilidades, ela se tornou dele, e com ele fugiu embusca de liberdade e de um recomeço com aquela família excêntrica.

Família que por muito passou até que se tornasse a heroína Tyrael, acompanhada de seu parceiro Leonhart.

Mas o percalço de infelicidade daquela história a filha que carregava no ventre não chegaria a saber. Alexia guardaria a luz que Alicia e Ezequiel criaram, mas não saberia da escuridão por trás dela.
May 8 2018, 11:04 AM
Ficha do(s) jogador(es): http://heroacademiarpg.jcink.net/index.php...st=0&#entry4024
Ocupação: Herói
Narrador Combinado: Vampsz
Aventura: http://heroacademiarpg.jcink.net/index.php...=ST&f=16&t=1197
Objetivo: Vencer o Torneio das Filipinas e atingir a Glória pela força da personagem, e não pelo peso do seu sobrenome.
May 8 2018, 11:02 AM
A Busca pela Glória!


O calor do lugar fazia com que Alexia se lembrasse do seu treinamento nas Américas. Estava quente, quente o bastante para os fios rebeldes soltos do coque colassem em seu rosto de forma incômoda, mas particularmente ela preferia que estivesse quente daquele jeito. Que estivesse quente e fizesse seu corpo suar e seu sangue ferver; apenas um lembrete do motivo pelo qual desembarcava do navio com aquele bilhete de confirmação da inscrição no torneio em mãos.

Ela não estava ali como Alexia, vocalista e guitarrista da Alestorm com seus característicos cabelos rosados. Estava ali como Squall, aspirante a heroína, com a faixa verde presa na cabeça e mantendo, com a ilusão que a tecnologia permitia, os seus cabelos em seu tom natural: pretos. Sua roupa típica de artes marciais orientais poderia causar certa confusão, já que não era alguém que havia sido instruída em apenas uma arte de combate, e Squall contava com isso.

Ninguém sabia do seu escape para o torneio, pelo menos não previamente. Havia deixado um e-mail automático que seria enviado quando o torneio começasse para seus conhecidos, não queria ninguém se intrometendo naquilo ali. Ela precisava de uma comprovação maior do que os testes da U.A ou os treinamentos de seu tio. Ela precisava sentir em que nível estava realmente comparado com o mundo, para não viver em uma ilusão que tendiam criar ao seu redor de forma protetora. Ela não havia escolhido trilhar aquele caminho por causa de alguma ideia cor de rosa, e por isso estava ali para ver com seus próprios olhos e provar a si mesma sua capacidade.

Mas que não se enganassem com o Q de teste e de provação com que tomara sua decisão. Ela não estava ali para perder, para cair e ser subjugada. Squall estava ali para clamar vitórias e glória por ela mesma, sem fantasmas de seu passado ou o peso de seu sobrenome: Ela era apenas Squall, e como uma tempestade ela levaria tudo o que tivesse em seu caminho e perseveraria acima de tudo. O seu peito queimava e ansiava pelo o que vinha, e a ansiedade não era nada comparada com a sua ambição e determinação naquele instante.

Seguia pelo porto auxiliada por um guia contratado previamente para levá-la diretamente ao torneio, sem rodeios e distrações, como as belas águas de um tom cristalino convidativo que cercava a região. Já havia deixado tudo organizado. Se em algum momento precisasse descansar, iria para o bangalô que havia alugado próximo ao local do torneio, seu cartão era internacional então não teria problemas com compras, e mesmo assim carregava alguns trocados da moeda local, e vestida com apenas uma calça larga esportiva, um tênis de corrida e uma camiseta, carregava em uma bolsa suas vestes para a luta e para passar o tempo no local. Enquanto caminhava apenas se mantinha hidratada com a garrafa de água que carregava em suas mãos nuas, já que mantinha suas luvas presas por uma corda que caía por cima dos seus ombros.

- Quando chegarmos, me leve diretamente para a cabine de informações do torneio Kovu, quero começar a me preparar.

Dizia ao guia, sentando-se no jipe que era usado para leva-la em direção ao local. No caminho, a heroína limitava-se a olhar, por baixo dos óculos escuros, todos os possíveis oponentes que encontrava pelo caminho de forma analítica, imaginando várias formas de lutar contra cada um e perguntando-se sobre o quirk destes. Aah... ela mal podia esperar para entrar no ringue.
Apr 8 2018, 04:44 PM


"Eu não esperava ver você"


Era apenas mais uma noite em uma pequena cidade do Japão, uma noite iluminada pelas milhares estrelas daquele céu sem lua, como um enorme coral luminoso no fundo do oceano. Uma brisa fresca de inverno balançava os arrozais e os campos em uma dança de reverência melancólica e pacífica, fazendo com que se curvassem e se erguessem em um bailar sem fim. O campo era cortado por pequenas estradas de terra batida e trilhos de trem que circundavam a região das plantações, onde apenas um enorme galpão com uma aparência permanente de "em construção", com parte do telhado ainda a ser feito, quebrava a harmonia natural do lugar.

O local estava rodeado de carros e motos estacionados até pelas tortuosas estradas de terra, alguns tortos em cima de parte das plantações de arroz; barracas vendiam bebidas, comida e acessórios de neon, além de vários itens customizados com um logo de engrenagens de uma banda; jovens vestidos de todas as formas, com cabelos dos mais diversos cortes e cores riam, bebiam, se pegavam e se amontoavam ao som de um acorde de guitarra que quebrava o momento de espera em que todos estavam.

Dentro do galpão, um pequeno palco estava improvisado na outra extremidade, suspenso três metros do chão, embaixo do buraco do telhado e parcialmente iluminado pelo tom perolado da lua . Os jovens se amontoavam na parte baixa, com sticks de neon e pinturas corporais brilhantes, enquanto outros estavam nos dois corredores que faziam o 2º e 3º andar do galpão, que se estendiam colados à parede do lugar em um espaço estreito por cima do público; andares em que dois homens corpulentos regulavam quem podia subir ou não. O burburinho dos jovens, impacientes, agora se quebrava com um coro ansioso que começava do fundo do galpão, que crescia gradualmente a medida que mais fãs se juntavam ao som, até se tornar um pedido uníssono que fazia o chão e o ar começar a tremer naquele lugar improvisado, enquanto todos moviam os sticks e criavam um"vai e vem" ordenado com os neons coloridos:

- A-LE-STORM! A-LE-STORM! A-LE-STORM! A-LE-STORM! A-LE-STORM! (...)

No palco, ocultos por uma cortina grossa roxa, estava quatro jovens que, cada um à sua maneira, sentiam os seus corações saltarem de ansiedade. Todos vestidos à caráter para o primeiro show de hard rock da banda naquela região do Japão. Os instrumentos estavam prontos, e o logo da banda pendia perfeitamente alinhada às costas da vocalista e guitarrista da banda.



De cabelos rosas soltos e rebeldes jogados de lado, com um side cut do lado esquerdo, olhos azuis de um tom cristalino que se destacavam pelo lápis de olho, vestida com uma blusa de manga comprida cheia de recortes e spykes com uma camiseta preta por baixo, uma calça preta rasgada e despojada, com correntes nos bolsos e um all star roxo com fivelas, estava Alexia Guerrilla, segurando sua guitarra magenta, dedilhando e deslizando os dedos alvos e delicados pelas cordas prateadas de sua guitarra, sem fazer um único som, embora mesmo assim seus lábios se movessem - mudos - ensaiando o show que começaria. Suas mãos suavam como não lhe era usual, seu coração disparava e batia com a mesma frequência que gritavam o nome da banda. Aquela noite tinha algo de especial, algo aconteceria, e esse sentimento não saía de seu peito, fazendo com que mais de uma vez errasse durante sua prática, fazendo com que mordesse o lábio inferior todas essas vezes - e agora tivesse um pequeno ponto avermelhado na voltinha da direita de seu lábio: o que provavelmente apenas aumentaria o rumor de que estava ficando com alguém da banda. Quem? Bom, os fãs eram sempre criativos, havia ships até dela com os seguranças gêmeos.

- Ale, precisamos começar. Se continuarmos assim sua ansiedade vai fazer com que eu enfie minhas baquetas em meus olhos e Johnny e Leo se eletrocutem.

A voz feminina ao seu pé de ouvido fazia com que a guitarrista desse um pequeno salto, como se fosse acordada de um mundo a parte. Ao seu lado estava a baterista da banda, Jane, com os cabelos castanhos sedosos e a vestimenta gótica púrpura de sempre, usando uma cartola steampunk que fechava seu look vitoriano. Ela ria do susto da companheira, enquanto Alexia ria meio sem jeito também,passando a mão na nuca e assentindo para a mesma. Os olhos azuis de Alexia se voltava para a banda atrás de si, Johnny já estava no baixo, cutucando o ouvido entediado, e Leo a olhava com os olhos assustados e ariscos de ansiedade por trás do teclado: todos estavam em posição. Ela erguia o polegar para os dois, abrindo um amplo sorriso que fazia Leo suspirar, como se estivesse apreensivo o tempo inteiro, e relaxasse os ombros, e com que Johnny sorrisse de forma larga, pegando o baixo nas mãos parecendo despertar também de seu próprio mundo a parte. Alexia sabia, seu espírito influenciava todos da banda, e mesmo que ela estivesse nervosa e ansiosa era algo que superaria por eles, e pelos seus fãs. Em um gesto preciso ela agarrava o cabo do microfone, puxando-o perto dos seus lábios e, em seguida, a sua voz doce e forte ecoava no lugar, despertando seu público daquele transe ansioso e fazendo com que gritassem em resposta:

- Are you a freak LIKE ME?!

Três luzes fortes e quentes se acendiam, branca, rosa e azul, dançando pelo público que ia à loucura antes de se voltar para o centro do palco, onde as cortinas se abriam revelando a banda enquanto o som dos efeitos especiais e do teclado começavam a crescer pelas laterais do galpão, crescer, crescer, até chegar ao ponto em que o ritmo explodia, explodia ao mesmo tempo que a ansiedade que Alexia sentira até aquele momento desaparecia e a bateria estalava, dando a brecha para que seus dedos deslizassem pela guitarra, fazendo com que sua guitarra cantasse, gritasse, explodisse junto do som que interrompia o silêncio daquela noite e fazia o público começar a gritar e saltar junto da banda.

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Os olhos de Alexia se erguiam da guitarra para a platéia, olhando o rosto de um a um com um sorriso nos lábios, os cabelos acompanhando o balançar de seu corpo enquanto tocava a guitarra no ritmo explosivo da música. Seu coração estava a mil, mas não mais de nervosismo, de entusiasmo e paixão que sentia quando agora ia até o microfone, ainda tocando sua guitarra e soltava a voz, sentindo-a ecoar junto de todos que vinham assisti-los naquela noite:

- I’m on the train that’s pullin the sick and twisted
Makin the most of the ride before we get arrested
We’re all wasted
And we’re not going home tonight

Covered in black we lack the social graces
Just like an animal we crawl out of our cages
They can’t tame us
So if you’re one of us, get on the bus!


A letra cheia de liberdade, força e determinação queimava em seu peito em uma só batida junto do público e da sua banda, as luzes variavam em tons quentes e uma explosão de chamas artificiais ao redor do palco, distorcendo a imagem de Alexia e da banda por um instante dava espaço para o refrão, que todos sabiam de cór e gritavam em plenos pulmões, enquanto a voz de Alexia rasgava e adocicava a letra selvagem por cima da de todos:

- If you’re a freak like me
Wave your flag!
If you’re a freak like me
Get off your ass!
It’s our time now
To let it all hang out

So shout if you’re a freak like me
You were born to burn
This is no disease you don’t need a cure!
It’s our time now to come out!
If you’re a freak like me!
If you’re a freak like me!


A música continuava, os instrumentos, o público e Alexia podiam ser ouvidos mesmo da cidade se as pessoas parassem para prestar atenção. Quando a música acabava, as mechas rosadas já começavam a grudar um pouco no rosto da Guerrilla por causa da iluminação quente, mas não importava. A adrenalina e a paixão de fazer o que amava e de inspirar tantas pessoas faziam com que o coração de Alexia saltasse, com que seu sorriso sincero de orelha a orelha fosse inevitável e com que suas bochechas tomassem um leve tom rubro pela animação.

Ela se curvava para seu público, e erguia-se mais uma vez, deixando a guitarra pendurada em seu pescoço e pegando o microfone. Alexia ia até a beirada, onde algumas fãs tocavam seus pés e lhe sorriam, e ela sorria de volta:

- Vocês nos fazem felizes de mais, sabiam?! Nos mudamos de país,
recomeçamos aqui no Japão, e aqui estão vocês, mais uma vez conosco! Vocês fazem meu coração ir à loucura! Haha. Nós da Alestorm amamos vocês, e por isso a nossa próxima música é inteirinha para vocês...


Os olhos azuis buscavam o rosto de cada fã, dizendo diretamente para ele a mensagem que vinha do fundo do seu coração, fazendo mais de uma fã corar ou se emocionar. Mas quando dizia sobre o amor da Alestorm por seus fãs, seus olhos encontravam olhos que não via a muito tempo. Pareceu levar um segundo para que Alexia entendesse, para que compreendesse que eram os olhos dela, e quando anunciava a próxima música seu rosto não escondia a surpresa de vê-la em seu show. Olhos, que naquele instante, só existiam para fitá-la:

- ... Here's to Us...

Sua voz saía emocionada e doce. Se perdeu por um rápido instante, instante em que apenas a dona daqueles olhos saberia identificar, e logo voltou a sorrir para o público, colocando o microfone de volta no suporte e engolindo em seco, despistando a pequena lágrima que havia se formado ao abaixar o rosto. Seu coração agora estava gelado, apertado, eram sentimentos de mais que se atropelavam e a vontade de sair correndo do palco até ela era algo que precisava segurar, ainda não conseguia acreditar que haviam se encontrado assim. Ela mordia o lábio inferior, fechava os olhos por um instante e respirava fundo, se recompondo: sua ansiedade agora fazia sentido, e ela não iria deixar essa oportunidade passar, não a perderia novamente. Toda o gear em seu peito se transformava em um calor cálido, e sua ansiedade se transformava em um sentimento morno, paciente e cheio de carinho. Logo, começava a dedilhar o início da próxima música, lenta e cheia de sentimentos: ironicamente, ela começava a música... Here's to Us.
Feb 26 2018, 06:31 PM


Nome: Steel body
Tipo: Defensivo
Descrição: Alexia desenvolveu uma especialização em criar uma armadura natural com seus próprios musculos, criando uma camada muscular por cima da sua, que ela enrijece de forma a conseguir se proteger de danos, diminuindo os estragos e a dor proveniente de mazelas físicas, sem prejudicar sua própria locomoção e movimentação em combate.
Modificadores (Sugestão do que o jogador deseja): Bônus em resistência.
Last Visitors


May 15 2018, 05:04 PM




May 8 2018, 10:09 AM




Apr 29 2018, 10:04 AM



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